Paródia baseada no último conto do livro, "O primeiro beijo":
Felicidade Clandestina
Clarice Lispector
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Leitura do conto
Aos interessados na leitura do conto "Felicidade Clandestina", de Clarice Lispector:
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Nossa opinião...
O texto traz uma característica do ser humano, de desejar muito aquilo que não possui, até mesmo para uma menina. Outro ponto curioso é como uma criança também pode ser cruel, mesmo de modo simples, com o objetivo de fazer outra sofrer.
Podemos observar, no decorrer da narrativa, que o momento interior das personagens é extremamente valorizado, não dando importância apenas aos fatos, o que torna a história mais emocionante. A menina do texto, quando recebe o livro que tanto queria, não o lê, pois fica tão emocionada, que quer guardar esse sentimento eternamente. Ela acha que, não lendo o livro, o suspense, a curiosidade e o prazer de se ler um bom livro seriam mais duradouros e isso, "pelo tempo que ela quisesse" ficar com o livro. Essa característica é muito vista em crianças, que muitas vezes, são mais capazes de valorizar coisas de baixo valor.
Achamos o conto muito bom, de fácil entendimento e com um final interessante. Nós podemos, de certa forma, entender a angústia da menina ao ter de esperar dia após dia pelo livro tão desejado, visto que costumamos emprestar e pegar livros de outros, além dos meses que aguardamos por algum lançamento.
sábado, 2 de outubro de 2010
Perfil da personagem principal
A personagem principal do conto é uma menina loura, bonitinha, de cabelos livres, esguia e altinha, além de sonhadora e ingênua. Ela morava no Recife e gostava de ler, mas não possuía situação financeira suficiente para comprar os tão desejados livros.
Gif animado
Gif de imagens retiradas do curta "Clandestina Felicidade", dirigido por Beto Normal e Marcelo Gomes.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Sinopse
O livro “Felicidade Clandestina”, de Clarisse Lispector, é composto por vinte e cinco contos. Entre esses, optamos por escolher o primeiro, que possui o mesmo nome do livro. A narrativa se passa em Recife, onde vivia a personagem principal e narradora, uma garotinha que gostava de ler, mas que não possuía situação financeira suficiente para comprar livros e, por isso, pedia-os emprestados a uma colega que era filha de dono de livraria. Essa colega se sentia inferior às outras meninas e não valorizava a leitura.
Certa vez, a narradora pede emprestado o livro “As reinações de Narizinho”, de Monteiro Lobato, à sua colega. Ela diz que sim, desde que fosse busca-lo em sua casa. Todos os dias, a ingênua garotinha passava na casa da colega e pedia-lhe o tão desejado livro, que a cruel filha de dono de livraria sempre alegava já ter emprestado. Até que, certo dia, a mãe da colega apareceu e pediu explicações às duas. Ao entender o que estava acontecendo, a mãe, envergonhada pela atitude da filha, disse que o livro jamais tinha saído de casa e que sua filha jamais demonstrou interessou por ele. A mulher entrega o livro à narradora e lhe diz que pode ficar com ele por quanto tempo desejasse. Então, essa foi a felicidade “clandestina” da sonhadora menina, que fazia questão de “esquecer” que tinha o livro simplesmente para ter a “surpresa” de encontra-lo.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Sobre a autora
Para ter acesso a biografia com foto, lista de livros publicados e características de estilo de Clarice Lispector, clique o link abaixo:
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